Putz, eu achei uma coisa sensacional… Eu sei é uma besteira, mas gostei muito!! Achei um site de músicas muito bom!! É o Jamendo Music Search, e associado ao site da Creative Commons dá pra procurar músicas com essa licença. Demais!!!
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Já é possível visualizar os vídeos produzidos pela Broco Produções (produtora informal de alunos universitários – que eu também participo) em 2008. Finalizados no final de 2008 a conversão para formatos menores (mpeg) só foi possível agora. A quaidade e o formato de visualização estão um pouco ruins, acredito que até o segundo semestre esse problema já esteja resolvido. Os vídeos são:
- LONGE AQUI: Videoclipe da música “Longe Aqui” de Jay Vaquer, com a participação de Soraya Helena.
Sinopse: Dividida entre agradar os pais e continuar um namoro que irrita a família ela não sabe o que fazer. Sozinha corre atrás de si mesma para juntar suas duas metades.
- INCÓGNITA: Vídeo experimental que permite várias leituras, clique no link e depois deixe seu comentário. Com Felipe Lwe
Sinopse: Quando nada mais faz sentido e você não não consegue recuperar sua identidade, é preciso achar a porta que abrirá caminhos para o desconhecido.
Quem quiser comente, é sempre muito interessante ver as várias leituras que um filme possibilita!
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Esses dias passei na biblioteca comunitária da UFSCar e peguei alguns livros. Entre eles li “Afinal, o que é produção?” de Marcia de Almeida, publicado pela editora Senac Nacional em 1998. Uma leitura bem leve, que em menos de 2 horas acaba.
A idéia do livro é muito interessante, a autora criou alguns personagens e através das situações vividas por eles apresenta as funções de um produtor e os problemas e obstáculos que irá enfrentar na profissão. Além disso, o livro está estruturado em forma de roteiro, o que deixa a leitura leve e já introduz uma noção do que é um roteiro.
Porém toda a criatividade utilizada para criar a forma do livro se perde no conteúdo. A estória criada é muito fraca, há ênfase exagerada no estress que a profissão traria e assume valores conservadores demais em termos de subordinação hierárquica. Dentro do livro encontram-se fotos muitas vezes fora de contexto, desnecessárias.
E na minha opinião bem pessoal, um roteiro que existe dentro desse livro traz uma situação um tanto preconceituosa, ao dizer que um empregado que ficara paraplégico não tem mais o que fazer, para ele a vida teria acabado… E sabe-se muito bem que a vida de um paraplégico é muito difícil, mas ele consegue fazer praticamente tudo que uma pessoa que movimenta todo o corpo faz. Pode ser um detalhe, mas achei muito ruim lendo o livro.
Em suma, o que se pode retirar do livro são pequenas dicas e alguns modelos de documentos como: autorização para uso da imagem e tabelas de cronograma, continuidade… A idéia é bem mais interessante do que o livro.
Quem já leu poste seu comentário…
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Entre os dias 18 e 23 de Junho de 2009 ocorre a 4º Mostra de Cinema de Ouro Preto (CINEOP). Este ano a mostra tem como tema o cinema patrimônio, trazendo à discussão a valorização do passado, a preservação como forma de defender a identidade e a cultura de um país (no caso o Brasil), imagens que se tornam documento… As palavras-chave da mostra são: Restauração, Memória, Identidade e Preservação.
Filmes poderão ser inscritos até o dia 30 de Abril. A coordenação do Evento é de: Raquel Hallak, Quintino Vargas e Fernanda Hallak. A produtora do evento é a mesma da Mostra de Tiradentes, a Universo Produção.
Maiores Informações: (31) 3282-2366
Universo Produção: up@universoproducao.com.br
http://universoproducao.tempsite.ws/2009/cineop/index.php
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Semana passada fui chamado para trabalhar na preparação do elenco de um curta-metragem, Água Viva, cujo roteiro foi premiado pelo Projeto Sal Grosso (Projeto vinculado ao FBCU – Festival Brasileiro de Cinema Universitário). O curta foi filmado em 35 mm, com captação direta de áudio para a maioria das cenas. A direção foi de Raul Maciel.
O curta conta a história de uma garota, em início de anorexia, que mora com o pai e começa a sentir algo pelo pedreiro. No meio de vômitos e discussões ela tem um derramento. Uma história forte e incomum.
Dentro disso tudo, o meu trabalho era conseguir extrair dos atores a energia necessária para as cenas mais intensas e também criar um ambiente propício ao trabalho deles e, claro, com os atores que selecionamos o trabalho diminuiu drasticamente (Mariah Teixeira, Plínio Soares, Samuel de Assis), mas mesmo assim houve cenas em que a preparação foi essencial. No meu trabalho usei alguns exercícios sensoriais e outros de improvisação.
O resultado foi muito bom. No entanto, quando fiz uso dos exercícios sensoriais a atriz ficou um tanto mal, talvez tenha trazido algum sentimento ou situação dela e misturou junto com o exercício, o que é muito comum, mas eu como preparador deveria ter conversado antes e tomado algumas precauções para amenizar esses efeitos. No final, tudo correu bem, a atriz ficou bem e a cena parece ter ficado muito boa também.
As equipes de foto, arte e som trabalharam muito bem. A produção teve alguns problemas no início, mas depois caminhou bem. A locação do filme foi uma casa de veraneio em Miguel Pereira, cidade do interior do Rio de Janeiro que fica a 1:40h da capital. As diárias excederam o período de 8 horas de trabalho, por dificuldades na iluminação e decisões de enquadramento.
Agora é só aguardar a estréia, acho que é dia 9 de agosto de 2009 em algum espaço no Rio (deve ser o último dia do FBCU). Estão todos convidados!!!
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Ontem fui assistir “Passengers” no Cine São Carlos (Rua Major Inácio, 2154 – Centro São Carlos – SP). O diretor do filme é o Rodrigo Garcia, colombiano. Até então não tinha visto nenhum trabalho dele. Trabalhou com séries televisivas e com funções como diretor de fotografia e operador de câmera em vários filmes. Mas este não é o seu primeiro filme como diretor.
Sem pretensões de assistir a um bom filme entrei na sala, as luzes se apagaram e o filme começou. Assisti a estória de um acidente de avião no qual não houve sobreviventes, mas aqueles que morreram acreditam estar vivos e pessoas que foram importantes em suas vidas voltam para amenizar e ajudar o entendimento da situação.
Um filme de diálogos forçados, onde a imagem contava pouco e muita coisa era explicada através da fala. As cenas não agregavam significados umas às outras, era tranquilamente possivel trocar as cenas de lugar sem que o filme mudasse, parecia ser necessário contar aquela história e para tanto seria preciso explicar as situações e encaminhar os diálogos para que as situações acontecessem daquela maneira. Ou seja, o filme não fluia bem, a todo momento assistia e pensava comigo, nossa como forçaram a barra para que isso acontecesse no filme.
Fora isso, nenhuma atuação interessante, talvez a melhor atuação tenha ficado a cargo de Dianne Wiest, que trouxe um pouco de mistério e fez com que o filme tivesse uma atmosfera estranha. Anne Hathaway, que trabalhara muito bem em “O casamento de Rachel”, neste filme teve uma participação regular, assim como Patrick Wilson.
Em termos técnicos não gostei muito da fotografia, talvez a cena cuja fotografia tenha sido melhor apurada tenha sido a que os protagonistas estão na cama se beijando, mas mesmo assim uma fotografia muito comum que não traz nada de novo, assim como a direção de arte e design de som.
No final do filme uma mensagem que faz com que entendamos melhor o filme, mas fica longe de dar um significado especial a ele. Ao assistir o filme um amigo meu lembrou de “Os esquecidos”, que também trabalha com uma revelação no final que faz com que os espectadores sejam surpreendidos, no entanto, não há comparação em termos narrativos. “Os esquecidos” trabalha muito melhor a narrativa, o suspense funciona, e a atriz, Julianne Moore trabalha muito bem.
Diria que meus R$4,00 reais gastos valeram a pena pela análise critica e pela discussão que gerou do que pelo filme em si. Para quem precisar assitir a um filme comercial, sem inovações técnicas, sem uma história realmente interessante e intrigante, eu recomendo…
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Rosso come il ciello, um filme de Cristiano Bortone realizado em 2006. Inspirado na história real de Mirco Mencacci. No filme Mirco tem 10 anos de idade, mora com os pais e adora Cinema. Porém, sofre um acidente que obriga-o a mudar de cidade e viver em um internato longe dos pais.
Neste internato sua criatividade e liberdade são tolhidas pelas freiras e pelo diretor da instituição. Em uma de suas aulas ele cria uma trilha sonora para a aula de Geografia. A trilha envolve sons da natureza e sons feitos a partir de objetos como o chuveiro, a fresta de uma janela e outros materiais. Esta trilha chama a atenção de seu professor apesar de ser repudiada pelo diretor do internato. Aos poucos ele começa a desenvolver uma história sonora, com os diversos amigos que faz na escola e uma garota filha da zeladora.
A atitude de motivar a imaginação dos colegas faz com que seja expulso do internato, mas uma reviravolta faz com que ele possa continuar na escola e mudar a política do internato.
A história nos leva a pensar em como fazer para conviver e incluir pessoas que possuem diferentes tipos de dificuldade num mesmo processo de aprendizagem. Além disso, fica evidente como as crianças têm menos limites, e usam a imaginação freqüentemente, enquanto os adultos ficam presos a um pensamento ou a um modo de pensar.
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